Enfim, partimos para o mato. Seria a semana de sobrevivência. Exercícios voltados a nos capacitar para um eventual combate.
Viajamos nos caminhões. Poupados na viagem, mas com promessa de muita ralação no decorrer da semana.
Ao chegarmos, fomos divididos em duplas para a montagem das barracas. Meu parceiro de barraca foi o Bastos.
A barraca era pequena, de lona. Muito simples.
Falando assim parece até que estávamos num acampamento de férias, mas tudo isso acontecia ouvindo-se muitos gritos, muitos xingamentos. A correria era grande. Logo, foram formados grupamentos de, mais ou menos, vinte recrutas para o início dos treinamentos.
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